Home Forums Dona Lucilia Book Study Semana 3 (Cap. 2 – Parte 1) / Week 3 (Ch. 2 – Part 1)

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  • #940
    donalucilia.com
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    Please share your thoughts about this week’s reading (Chapter 2 – Part 1)  – including the questions,  the video presentation, the Chat Meeting discussions etc.

    #999
    sheila
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    Salve Maria!
    I just read the script of a beautiful Spanish Chat Meeting in the Dining Room. One of the ladies said:
    “…I remember Father Alex Brito in one of the last Congresses said that one way to do an examination of conscience at the end of the day would be to ask how many things did I admire today? How many things could I have admired and stopped admiring?
    It’s those things that make us think, and try to improve!”
    Imagine what progress in virtues we could make if we “examined our admiration” each night. I am grateful for the opportunity to “listen in” on these wonderful conversations! Thank you.

    #1000
    JessicaPereira
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    Salve Maria!
    Que a SDL possa nos ajudar a admirar nossos Santos Fundadores para sermos verdadeiros filhos e participarmos, por exemplo, dos sofrimentos de Mons. João Clá! Que tenhamos nossos olhos firmes diante de nosso Pai e Fundador, admirá-lo e ter a graça de convívios misticos, uma vez que, ele mesmo disse que quer estar junto de seus filhos e Filhas.

    #1001
    Avcamino
    Moderator
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    Como SDL en cada capitulo nos ensena tanto, y nos recuerda realmente las maravillas de Dios, leyendo el capitulo 2 recordé, la parte del manual de meditaciones de la consagración a NS donde nos dice que debemos de admirar, muchas veces perdemos todo lo bello que nos regala Dios y NS por la envidia y vivimos para nosotros mismos, el yo yo yo desde Adán y Eva, y perdemos el vivir para amar a Dios y servirlo a El y eso es básicamente lo que hacia SDL encontraba lo bueno de cada acto en cada persona y admiraba!! Tenemos que imitarla admirar y huir del egoísmo que la vida cotidiana nos trae, como decía Teresita en nuestro examen de conciencia no nos durmamos sin admirar algo de alguna persona con la cual conviví hoy!!!

    #1002
    Aline
    Participant
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    Caríssimas Senhoras, Salve Maria!

    Todas as colocações são de inteiro relevo. É isso que nos importa! Admirar a criação e as coisas de Deus! as coisas simples da nossa vida.

    Outro ponto importante dito pela Sra. Jessica Pereira, é que devemos admirar nossos Santos Fundadores para que assim possamos entrar em uma rede de família de almas, que pensam e agem como nossos SF. A nossa vocação será completa se conseguirmos imprimir em nossa alma, a alma dos nossos Fundadores! Peçamos à Nossa Senhora a graça de possuir uma união de alma e coração perfeitos com nossos fundadores!!

    Salve Maria!!

    #1003
    CintiaLima
    Participant
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    Caríssimas Senhoras,

    Salve Maria!

    Monsenhor João Clá narra-nos no livro que na fotografia de família, a menina Lucilia “parece estar olhando com tristeza e sem apetência para a vida que se lhe vai apresentando diante dos olhos; resignada, ela parece recusar um mundo do qual pouco esperava de bom, naquele quase início de século XX.” “O contraste entre o quotidiano do comum habitantes de uma cidade na beleza e na vivacidade de suas expansões iniciais, como era Pirassununga, e a elevação de espírito em Dr. Antônio e Dona Gabriela, era discernido por Lucilia àquela idade.”
    A menina Lucilia observava com discernimento a seu pai e, Dr. Antônio era objeto de especial enlevo e veneração pela menina Lucilia. “Os desígnios e preferências dele eram lei!”
    Sr. Dr. Plinio comentou que: “ Sem dúvida, Dona Lucilia sabe estar sendo fotografada e presta atenção em quem a fotografa. Mas ela tem uma segunda atenção muito acima disso. É meio indefinível, entretanto; parece ser um balanço de conjunto da existência dela, do mundo, da humanidade, colocados em presença de Deus, como quem diz: “Posto que assim sejam as coisas, qual é minha posição pessoal perante tudo isso? Assim foi minha vida, assim é o universo, assim é a Igreja. Fiz o balanço total.”
    Havia em Dona Lucilia um estar à vontade com o seu fotógrafo, mas, conforme Sr. Dr. Plinio comentou: “…muito presente nesse semblante, porém como quem já tirou o resultado e tomou uma atitude ao mesmo tempo encantada e suavemente decepcionada. Sentia muito isso no final da vida de mamãe, como se ela dissesse: “Tudo não é senão coisa contingente, passageira, só Deus fica na sua sublimidade, na sua eternidade, na sua bondade. (…) Eu compreendo isso e participo da rejeição d`Ele ao mal e do seu amor ao que há de bom dentro disso. Assim, distancio-me de tudo isso, achando o que está certo em mim e na obra de Deus.” Essa postura de Dona Lucilia diante da vida no momento das fotos que Monsenhor João Clá organizou, traz-nos à baila um magnífico comentário de Sr. Dr. Plínio: “Isso supõe uma suavidade, uma bondade, mas também uma largueza de vistas que está muito acima, por exemplo, da cogitação média habitual das senhoras e dos homens de hoje. Nota-se nessa fisionomia um modo de estar tranquila, amena, afável, e um perdão na ponta dos lábios para qualquer falta, por pior que tenha sido a falta. Mas também, se a pessoa não pedir perdão e a coisa ficar rompida até o fim, Dona Lucilia morre na suavidade dessa ruptura.”
    Contemplar as fotos que Monsenhor João Clá tirou de Dona Lucilia, faz-nos sentir tratados com toda essa ternura e suavidade por ela e, ao mesmo tempo favorece-nos na busca de uma compreensão mais profunda da sublimidade e da bondade de Deus a cada uma de nós.
    Nas colocações acima, é possível notarmos o quão é importante para os filhos a figura dos pais. Dona Lucilia, quando alguém fazia-lhe alguma pergunta sobre a vida de seu pai, ela não ressaltava os êxitos nos negócios, mas sim os excepcionais predicados de esposo e chefe de família, especialmente seu amor ao trabalho, a ausência de ambição, a proteção dispensada aos pobres e sua profunda honestidade moral. Monsenhor João ainda menciona no livro que esses valores que a pequena Lucilia tanto admirava passaram a compor sua própria concepção da existência: a trama da vida deveria ser tecida com os fios de uma superior dedicação.” O exemplo de Dr. Antônio – cuja infância da menina Lucilia foi iluminada especialmente pela figura do pai, faz-nos refletir o quanto é importante um pai colocar concretamente como prática na vida diante dos filhos: “Sede perfeitos como vosso Pai Celeste é perfeito.”
    A visão do maravilhoso pode nos ser proporcionada, por exemplo, à medida que frequentamos ambientes que elevem a nossa alma, como por exemplo, estar em uma Igreja como a Catedral de Notre-Dame que, em toda a sua arquitetura, seu estupendos vitrais etc nos trazem uma visão do maravilhoso de Deus. Um ambiente ordenado, que inspira virtudes, vai elevando a nossa alma e favorecendo-nos também a visão do maravilhoso. Notemos o que Monsenhor João Clá nos colocou no livro: “ Os Ribeiro dos Santos tinham um feitio eminentemente tradicional e eram monarquistas pelas mesmas fibras de alma que os faziam católicos; as disposições afetivas e psicológicas pelas quais se sentiam em casa no ambiente monarquista eram semelhantes às que possuíam quando iam à Igreja.” Havia toda uma coerência no modo de ser e agir da família Ribeiro dos Santos nos diversos ambientes, em que sempre se pautavam pela – visão do maravilhoso para conduzir a vida de maneira virtuosa.
    São incontáveis os exemplos de virtude, bravura cristã e perseverança que encontramos na vida dos Santos da Igreja Católica Apostólica Romana, contudo, continuemos a refletir no campo da família, que também pode trazer para nós exemplos para uma boa formação.
    Desenvolver valores diferentes em nós e em nossas crianças, frente a uma sociedade como a que vivemos é um grande desafio, uma luta constante, um combate incessante a tudo que é revolucionário, mas, certamente, uma família estruturada em princípios solidamente católicos leva firmemente essa batalha diante da revolução.
    Tal era o alicerce de virtudes da família de Dona Lucilia, que um jornalista que na infância os conhecera escreveu: “Vem agora à minha lembrança outro vulto que exercia em meu espírito de menino uma profunda e agradável impressão de simpatia e respeito. Mais que simpatia, quase veneração. De onde me vinham esses sentimentos? Por certo pelo carinho com que me tratava, sempre que dele me aproximava. Advogado de invejável cultura e inatacável honestidade… . O interior da casa, sacrário sagrado da sua respeitável família… . A docilidade amorosa com que repreendia alguma inocente traquinagem dos filhos; …, com sobejos de razão esta frase que ouvi de uma menina, e que nunca me esqueci: “ Bonita e bondosa como Dona Grabriela, só Nossa Senhora!”
    A família Ribeiro dos Santos certamente foi um exemplo estupendo de virtude, esperança e bravura cristã, que proporcionou tão esplendorosa educação para Dona Lucilia e, dada as qualidade de Dona Lucilia como mãe. Dr. Plinio afirmou que ele estava de tal modo unido a ela, que havia uma identidade de vontades entre ambos, isto é, tinham o mesmo estado de espírito e a mesma mentalidade. “Respeitadas as legítimas diferenças temperamentais, essa união se dava no pensar, querer e sentir.”
    Uma família que busca incessantemente oferecer aos seus filhos exemplos de virtudes, bravura cristã e perseverança, certamente proporcionará a esse filhos uma visão do maravilhoso, uma capacidade de admiração do belo, isso porque, como disse Dr. Plinio: “ao conhecer algo muito maravilhoso, somo levados a amar, por conexão, ou estar abertos para uma série de outras coisas maravilhosas que não conhecemos. É um universo. (…) É uma ordenação natural dos instintos, mas que vem do amor ao maravilhoso, Essa espécie de educação e propensão pelo maravilhoso, antes de tudo pelo maravilhoso moral, mas também pelo artístico e por todas as formas de maravilhoso, por assim dizer, chumbando o homem no maravilhoso, é propriamente a via pela qual as almas caminham no amor a Deus.”
    Que a Sagrada Família conduza-nos a sermos verdadeiras senhoras que buscam incansavelmente e firmemente a visão do maravilhoso, ornando-nos com virtudes, perseverança e bravura cristã, tal qual o modelo de senhora verdadeiramente católica que é Dona Lucilia que diligentemente viveu com o propósito de:
    “Sede perfeitos como vosso Pai Celeste é perfeito.”

    #1005
    SandraMarie
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    Salve Maria!
    Very beautiful reflections, Sra Cintia!
    If we make an act of the will to focus on the good, the true and the beautiful, our hearts and souls will be elevated. Dona Lucilia seemed always to be in an elevated state, even in times of difficulty.
    Admiration is the answer! If we admire and constantly seek the admirable, our souls will become more innocent and pure, for we will transcend those things which destroy innocence and purity. I think that this is so very important in these days when purity and innocence are under constant attack.
    Let us pray to always admire, for admiration is also the antidote to envy.

    #1011
    TeresitaEscauriza
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    Salve María!
    Una de las cosas que más me ha impresionado en estás paginas fue la admiración que tenía Doña Lucilia por todo lo bueno, y como era capaz de considerar las cosas malas en las personas con pequeñas contrariedades, nunca permitiendo que algo malo anule por completo las demás acciones buenas que realice.
    Es espantoso ver como en niños pequeños ya se manifiesta la envidia, y aun es más triste ver que muchos padres no hacen nada para corregir ese mal tan grande.
    Pero es una alegría poder encontrar la solución a este problema tan grande en este libro… LA ADMIRACIÓN!!
    A través de la admiración a un bien es que uno se vuelve semejante al objeto admirado!! Imaginen que gracia inmensa ser semejante a Santos, que más quisiéramos que tornarnos Santos!!
    Una lección inmensa nos ha dejado esta semana, aprender a admirar!!
    Recemos para que Dios nos conceda la gracia de siempre admirar!!

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